Sobre mim

Técnico em Mecânica (ETFRN)
Técnico em Inspeção de Equipamentos (Petrobras)

Engenheiro Mecânico (UFRN)

Bacharel em Direito (UEA)

Advogado (OAB AM)

Pós-graduando em Direito de Família (ESA)

Pastor Evangélico (Embaixador do Reino Celestial na Terra)

Verificações

Sandro Romero Barbosa, Advogado
Sandro Romero Barbosa
OAB 13.001/AM VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
Assinante
Desde Agosto de 2025

Principais áreas de atuação

Direito de Família, 100%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Primeira Impressão

(20)
(20)

20 avaliações ao primeiro contato

Comentários

(11)
Sandro Romero Barbosa, Advogado
Sandro Romero Barbosa
Comentário · há 2 anos
Chamo a atenção à frase empregada no final do segundo parágrafo: “distribuir as responsabilidades parentais de forma mais equilibrada”. Esse é o mundo ideal, o tão almejado desfecho de uma história de amor que agora escorre pelo ralo: o da distribuição equilibrada das responsabilidades parentais “visando promover um equilíbrio saudável na vida das crianças após o divórcio dos pais”. É como juntar os caquinhos daquilo que sobrou para continuar, já que a vida continua, cada uma delas para um lado diferente...
Ora, se há responsabilidades parentais é porque houve, nessa relação de amor, uma prole. Ora, se houve prole, maior evidência e declaração de amor entre duas pessoas (continuo no mundo ideal!), é porque havia mútuo interesse em constituir uma família, momento no qual se proclama que, a partir de agora, não seríamos mais apenas nós dois, e sim mais alguém que declarasse, por sim mesmo, para todos testemunharem, que nós dois temos um vínculo, em elo, uma aliança. Aquilo que nos unia não será mais apenas uma cerimônia, uma declaração, um mero documento... agora será a própria personificação da nossa união! Um ou mais indivíduos que selam e misturam um pouco de cada um de nós dois! O amor que se fez carne!
A Convivência Alternada, para dar certo, para que aquele indivíduo que personifica a nossa união (mesmo com a separação, divórcio, contenda... vai continuar a personificar o que nós dois fomos um dia) cresça e se torne uma pessoa bem resolvida, "cuca legal", resistente e resiliente às intempéries da vida, depende agora não mais da nossa união, já que ela, por si só, não existe mais. Dependerá da nossa mútua maturidade, a mesma que deveríamos ter tido quando nos unimos, não para apenas procriar, mas para sermos uma família (o mundo ideal é maravilhoso!).
Até que aquele indivíduo que personificou um dia a nossa união (ou nosso amor, não sei mais...) se torne alguém capaz de andar por suas próprias pernas e tornar-se alguém maduro o suficiente a ponto de assumir suas próprias responsabilidades, continuará precisando de algo que está unicamente em nós dois, mesmo separados: nossa própria maturidade mútua, isto é, uma série de comportamentos e condutas que revelam que superamos, juntos, mesmo que separados, as diferenças que nos separaram. Já que não a tivemos quando estávamos juntos, a ponto de nos separarmos, ela deve existir agora (continuo cada vez mais firme no mundo ideal), mais do que nunca, para que não venhamos prejudicar aquele é a prova cabal e carnal daquilo que um dia declarava a nossa união.
Se no mundo ideal o casal foi maduro o suficiente a ponto de não continuar prejudicando sua própria prole e torná-la tão igualmente madura, só estaria faltando agora a peça-chave de todo o elo: o Judiciário também tornar-se maduro!

Parabéns, Júlia!
1
0
Sandro Romero Barbosa, Advogado
Sandro Romero Barbosa
Comentário · há 5 anos
Antes de comentar o artigo do Dr. Silvimar Charlles (dê-me a licença de chamá-lo de doutor, meu irmão!), li outros artigos de vossa autoria, além do estudo Diagnóstico de Práticas de Educação não formal no Sistema Prisional do Brasil e da citada Resolução nº 391 do CNJ.
Foi escrevendo o TCC que me aprofundei um pouco mais nos temas de Remição (não confundir com remissão!) e de Ressocialização. Foi adentrando em uma unidade prisional que senti a necessidade deste tipo de trabalho para resgatar as almas dos arrependidos. Foi ouvindo os depoimentos que percebi que o crime da exclusão é muito maior do que aquele que está sendo pago com a privação da liberdade.
Conheci capelães que já estiveram presos e, por alguém ter se doado um dia, ele saiu do cárcere pela porta da frente e retornou, não agora como um apenado ou reeducando, mas como um testemunho de superação, um verdadeiro exemplo de ressocialização!
O número de remição pela leitura ainda é bastante tímido, mas com incentivo, está criando força.
Um dos depoimentos mais marcantes que tive conhecimento foi de um apenado que comentou que foi necessário que ele cometesse um crime e fosse preso para que, finalmente, pudesse aprender a ler!
É deprimente e ao mesmo tempo traz esperança.
Mais uma vez evidencia a ausência de sabedoria de nossa sociedade que insiste em optar por remediar ao invés de prevenir.
Parabéns, irmão Silvimar, pelo artigo e tema abordado.
2
0
Sandro Romero Barbosa, Advogado
Sandro Romero Barbosa
Comentário · há 5 anos
Caro mestre e, em muito breve, doutor Paulo,
Na contramão dessa cultura, infelizmente enraizada do nosso cotidiano, da inveja nada salutar, considero-me uma “catapulta” na vida daqueles que estão ao meu redor.
Se eu tivesse o privilégio de ter sido um dos seus amigos de infância, estaria lá para prestigiar e pegar um dos seus livros autografados, além dar-lhe um caloroso abraço, demonstrando e fazendo valer uma máxima que carrego ao longo desses anos: sua bênção é também minha bênção!
A inveja fez Saul esquecer seu verdadeiro inimigo (a nação filisteia) e perseguir incansavelmente a Davi, que, por sua fidelidade e inquestionável capacidade, poderia ter sido um aliado valoroso do rei, destruindo os filisteus de forma definitiva (I Samuel 18).
Creio piamente que o sucesso de um não indisponibiliza o do outro, e que a leitura é um dos caminhos sem volta para alcança-lo.
Organizo grupos de leitura e tento dar o exemplo com, no mínimo, 12 livros lidos por ano, nos mais variados temas, além da Bíblia Sagrada (leitura diária indispensável) e os artigos do JusBrasil. Pelas contas, um mestrado me custaria mais ou menos uns 30 livros não lidos! Mesmo assim, creio que deveria começar a correr em busca também do meu...!
No mais, o segredo daquele que alcançou mais um patamar é não deixar os caranguejos que não querem sair do balde, subir o próximo degrau, pegarem na sua perna. Saiamos do balde independentemente da inveja alheia.
Continue nadando, continue subindo, afinal de contas, “sua bênção é também minha bênção”!
4
0

Perfis que segue

Carregando

Seguidores

(8)
Carregando

Tópicos de interesse

Carregando
Novo no Jusbrasil?
Ative gratuitamente seu perfil e junte-se a pessoas que querem entender seus direitos e deveres